Símbolo Pink Pig
Pink Pig Estudo de marca
Pink Pig

Torresmo & pelinhas · Juiz de Fora

O retrato do perfil hoje

Números coletados do Instagram em 10 de agosto de 2026. Nada aqui é estimativa.

Os números de partida

2.362 seguidores base pequena, e o problema não é o tamanho
3,0 likes de média por post média dos 12 últimos publicados
0,13% de engajamento o saudável para negócio pequeno fica entre 3% e 8%
7.466 contas seguidas segue 3x mais do que é seguida
751 publicações volume alto com retorno quase nulo
12/12 últimos posts em vídeo formato certo, uso errado
Categoria do perfil"Digital creator" · errada, deveria ser alimentos e atacado
Link da bioVai direto pro WhatsApp · o acerto estrutural que já existe
Bio atualDiz o produto e o lugar. Não diz pra quem é nem qual o próximo passo

Os três defeitos que explicam o resultado

1

Despejo em massa

Oito dos doze posts saíram no mesmo dia, 1º de agosto, com a mesma legenda. O algoritmo lê como spam e quem vê enxerga repetição.

Likes desses oito posts: 2, 2, 0, 0, 1, 4, 0, 2.

2

Hashtag de vendedor, não de comprador

As hashtags de empreendedorismo atraem outros vendedores. É a explicação mais provável das 7.466 contas seguidas: uma audiência de gente que quer vender, não de gente que quer comer nem de dono de bar que compra atacado.

#VendasQueTransformam · #Empreendedorismo · #BoraVender · #SucessoNasVendas

3

A marca não aparece como marca

O feed é oferta atrás de oferta. Nada constrói lembrança entre uma oferta e a próxima. Quando a oferta some da tela, não sobra nada na cabeça de quem viu.

O ativo forte, e ele é comprovado por número

6,7x a média dela, num post só

O post de 7 de agosto, o da fantasia de porquinho rosa, fez 20 likes e 5 comentários sem nenhuma estrutura por trás. É o único dado forte que existe no perfil.

O que funciona aqui é a mascote viva, não a oferta. A arte da marca já sabia disso, o porquinho está no centro do logo. O feed ainda não sabia.

Meia vitória: metade das hashtags desse post estava certa (#porquinha, #rosa) e metade foi jogada fora em termos genéricos. A mesma peça, com as hashtags de comida e de praça, teria trazido comprador em vez de colega.

Posicionamento

A categoria dela não é fabricar torresmo. É abastecer.

Não tem fábrica e não vai ter. O que ela tem, e o fabricante não tem, é presença em Juiz de Fora: rosto, telefone que responde e a caixa que chega quando acaba. É nisso que a marca se apoia.

Pink Pig é quem não deixa o torresmo faltar em Juiz de Fora.

Por quê: "não faltar" é a única palavra que ela pode ser dona sem depender de terceiro. Receita, sabor e qualidade são mérito do fabricante e podem sair da mão dela amanhã. Abastecimento, atendimento e o porquinho rosa são dela para sempre.

Duas conversas que não cabem no mesmo post

Atacado · é aqui que está o dinheiro

Pra quem

Dono de bar e boteco, mercearia de bairro, adega, conveniência de posto, padaria, lanchonete, feirante, ambulante e distribuidor pequeno. Juiz de Fora e cidades vizinhas.

O que ele quer, na ordem em que ele pensa

  1. Margem por pacote e quanto sobra na caixa fechada
  2. Giro: sai no fim de semana ou encalha no balcão?
  3. Validade, porque petisco que estraga vira prejuízo
  4. Não precisar de geladeira nem preparo
  5. Reposição rápida quando acabar na sexta
  6. Condição de pagamento e quem leva a caixa

A promessa

"Você bota no balcão, vende no fim de semana e quando acabar eu levo mais. Sem geladeira, sem preparo, sem sobra."

Por que ela: o concorrente do atacado não é outra marca de torresmo, é o representante anônimo que passou uma vez, deixou a caixa e sumiu. Ser local, ter rosto e responder no mesmo dia não se copia por preço.

Varejo · é o que faz o atacado comprar

Pra quem

Consumidor de JF que compra petisco. Cerveja de fim de semana, jogo, churrasco, família, o pacote que vai junto com a cerveja na mercearia.

A promessa

"O barulho de quando quebra. Petisco pronto, sem fritar nada, direto do pacote pro copo."

Por que ela: contra o torresmo de saco de supermercado, o argumento é crocância real e proximidade. Não se briga por preço com marca de gôndola.

O varejo tem função estratégica, não é vaidade. Cada consumidor que pede o produto no bar é um dono de bar que liga pra ela. O conteúdo de varejo existe pra gerar a pergunta no balcão. A venda de atacado se fecha no WhatsApp e no CRM, não no feed.

Quem aparece, e onde

Ela revende. A marca do fabricante é dele, a Pink Pig é dela. Toda decisão abaixo existe pra que a lembrança do cliente fique na Pink Pig, com o produto aparecendo ao lado, nunca competindo.

CamadaQuem apareceOnde
Quem fala, entrega e atendePink Pigperfil, legenda, caixa, etiqueta, WhatsApp, uniforme, adesivo
O produto que está na mãoA marca do fabricantesó na embalagem física real, sem destaque editorial
  • Nunca um logo composto juntando as duas marcas, nem as duas do mesmo tamanho
  • Nunca "nossa receita", "nossa fábrica", "produção própria". É mentira e um dia cobra
  • Sempre "eu trago", "eu abasteço", "eu entrego", "a que eu escolhi pra vender aqui"

Por quê: se a revenda mudar um dia, o cliente tem que continuar ligando pra ela.

Voz: como a Pink Pig fala

Fala de balcão, não de palco

É dona de negócio conversando com dono de bar. O público de atacado desliga na primeira frase de coach.

Número em vez de adjetivo

"12 pacotes na caixa" vale mais que "ótimo lucro". Quem compra pra revender calcula, não se emociona.

Barulhenta no sentido literal

"Crocante" tem que virar som, não adjetivo. É o único atributo que a gôndola não consegue mostrar.

Primeira pessoa, sempre

"Eu levo", "eu tenho", "me chama". Negócio de uma pessoa só ganha por ser pessoa.

Local com nome

Cita bairro, feira, rua, cidade vizinha. "Levo no Centro hoje." Prova que existe de verdade e é perto.

Humor no personagem, seriedade no preço

O porquinho brinca. A conversa de atacado é reta. Dono de bar não fecha caixa com quem parece brincadeira.

Termina com o próximo passo

Toda legenda acaba com uma pergunta ou um comando curto. Post sem saída vira like, e like não paga.

Honesta sobre o que é dela

Promete abastecimento e atendimento, não a receita. É a proteção pro dia em que a revenda mudar.

O que ela nunca diz

  • Jargão de empreendedorismo: "sucesso nas vendas", "bora vender", "mentalidade"
  • Qualquer coisa que se aproprie da marca do fabricante
  • "O melhor da região" sem prova. Superlativo vazio derruba credibilidade com dono de bar
  • Promessa de saúde, dieta, proteína ou emagrecimento. Além de falso, é risco
  • Preço de atacado no feed. Preço de atacado é conversa privada
  • Emoji em cascata. No máximo dois por post

Antes e depois, com as legendas reais

O despejo de 1º de agosto · 8 posts, mesma legenda, de 0 a 4 likes cada
Antes

#VendasQueTransformam #Empreendedorismo #BoraVender #SucessoNasVendas #GanharDinheiro

Depois

Sobe o volume. Esse é o barulho que a gente quer ouvir na sexta.
Pelinha crocante, direto do pacote, sem fritar nada.
Tô entregando em JF essa semana. Quer pro fim de semana? Chama no direct.
#torresmo #juizdefora #petisco #boteco #cerveja #jf

A de cima atrai vendedor. A de baixo atrai quem come e quem revende em JF.

O post de atacado de 26 de julho · 2 likes
Antes

🔥 Quer vender um produto que chama atenção e dá ótimo lucro? Perfeitas para revenda em feiras, eventos, festas e nas ruas. Faça seu pedido no atacado e comece a lucrar hoje mesmo! 📦💰

Depois

Balcão de bar tem um espaço morto do lado da caixa. É ali que essa caixa se paga.
Não precisa de geladeira, não precisa fritar, não tem sobra.
Eu abasteço em Juiz de Fora e reponho quando acabar.
Manda "quero a tabela" no WhatsApp que eu mando quantos pacotes vêm na caixa e quanto sobra pra você.

A de cima vende o produto do fabricante com linguagem genérica de infoproduto. A de baixo vende a Pink Pig, fala do problema real do balcão e tem um passo seguinte claro.

A legenda vaga de 1º de agosto · 3 likes
Antes

Quem experimentou uma vez voltou antes do fim da semana... o motivo está dentro do pacote. 😏🔥

Depois

O pessoal do bar do Centro pediu reposição em quatro dias. A primeira caixa não durou o fim de semana.
É o tipo de coisa que some do balcão sem ninguém empurrar.
Seu ponto ainda não tem? Me chama que eu levo uma caixa pra você testar.

Mistério sem informação não move ninguém. Prova concreta e um convite movem.

Sistema de marca: evolução, não troca

A essência não muda. Nome, rosa e porquinho são patrimônio.

O problema da arte atual não é gosto, é função. Ela é um cartaz completo, com selos, telefone e fotos, e cartaz não funciona pequeno: some na foto de perfil, na etiqueta e no lacre da caixa. O trabalho é extrair um sistema de dentro do cartaz que já existe.

a

Assinatura principal

O lettering Pink Pig junto do porquinho, mais um descritor pequeno: TORRESMO & PELINHAS · JUIZ DE FORA. Em dois arranjos, horizontal e vertical.

Usa em: capa, cartaz, camiseta, banner, cabeçalho de tabela de preço, adesivo grande de caixa.

Fora de JF, "Pink Pig" não diz o que é. O descritor resolve em meio segundo e some quando não cabe.

b

Versão reduzida

Só o lettering, sem descritor, sem o porquinho, sem relevo e sem sombra, em uma cor só.

Usa em: etiqueta pequena, carimbo, bordado, rodapé de post, marca d'água, nota fiscal.

Relevo e sombra somem em impressão pequena e em fundo colorido, e viram borrão.

c

Símbolo: a cabeça do porquinho

A cabeça que já existe dentro da assinatura, extraída, simplificada e fechada num círculo rosa: menos linhas internas, olho e focinho com contraste alto, contorno único.

Usa em: foto de perfil do Instagram e do WhatsApp, lacre de caixa, selo de "aberto por Pink Pig", botão, adesivo redondo, avatar no CRM.

Em 48 pixels só sobra uma forma. Se a forma que sobra for o porquinho rosa, a marca dela é lembrada mesmo dentro da embalagem de outro.

O que fica

O nome Pink Pig · o rosa dominante · o porquinho · o par tipográfico, a gorda com o script. Esses quatro são os ativos distintivos. Nenhum se muda sem motivo forte.

O que sai da marca e vira peça

Telefone · @ do Instagram · os selos · as fotos do produto · a foto de fantasia · endereço · qualquer preço. Tudo continua existindo, mas em cartaz, post e etiqueta, nunca dentro do logo. Informação que muda não mora numa marca que deve durar anos.

Regras de uso

  • Respiro: a folga ao redor da assinatura é a altura da letra "P". Nada entra nesse espaço.
  • Tamanho mínimo: assinatura 25 mm impressa ou 120 px na tela. Símbolo 8 mm ou 48 px.
  • Teste antes de aprovar qualquer arte: imprimir em 2 cm e olhar de um metro, e ver a foto de perfil no celular. Se não reconhece, não passa.
  • Sobre foto: só com chapa sólida atrás, retângulo ou círculo. Logo solto em cima de torresmo some, a textura é ruidosa demais.

Usos proibidos

  • Esticar, entortar ou girar
  • Trocar a cor do porquinho ou do lettering
  • Reescrever "Pink Pig" com outra fonte
  • Usar o script em qualquer palavra que não seja "Pig"
  • Aplicar relevo, sombra ou brilho em tamanho pequeno
  • Colocar o logo dela ao lado do logo do fabricante com o mesmo peso
  • Usar o logo em cima da textura do produto sem chapa

Cores

Paleta medida na arte da marca. Marinho é a estrutura, rosa é o acento.

Rosa magenta #F31A7B A cor da marca · 50% a 60% Logo, fundo de destaque, círculo do símbolo, botão
Rosa claro #FBB3D5 Apoio · até 20% Fundos suaves, faixas, gradiente leve
Azul marinho #021343 Contraste e texto · 20% a 25% Todo texto corrido, títulos sobre rosa, contorno
Branco #FFFFFF Respiro · livre Fundo de foto de produto, negativo, texto sobre rosa
Amarelo #FBCD02 Detalhe · no máximo 5% Só chamada de preço, selo pequeno, seta

Por que o marinho existe: é ele que impede a marca de virar infantil. Rosa sozinho com fonte arredondada lê como festa de criança, e ela vende pra dono de bar. O marinho ancora.

Por que o amarelo é só detalhe: em área grande, rosa com amarelo vira cartaz de promoção de rua e derruba o valor percebido. Como acento pequeno, ele chama o olho pro preço.

Texto marinho sobre branco ou rosa claro, sempre. Texto branco sobre rosa forte. Nunca amarelo sobre branco, não lê. Nunca um post inteiro de fundo amarelo.

Tipografia

PapelO que éRegra
TítuloA gorda arredondada do "Pink"só títulos curtos, no máximo 5 palavras
AssinaturaO script do "Pig"só na palavra "Pig", em mais nada, nunca abaixo de 20 px
TextoUma sans neutra e legívellegenda, tabela de preço, etiqueta, CRM

Tabela de preço de atacado usa só a sans neutra, com números alinhados. O dono de bar compara colunas, precisa alinhar. E preço ilegível em material de atacado custa venda.

Foto e vídeo valem mais que o logo

Torresmo se vende por textura e por som, não por diagramação.

Se tivesse que escolher uma coisa só pra melhorar aqui, seria a foto, não a marca.

Como a foto do produto precisa ser

Luz dura e lateral

Uma fonte só, a 45 graus. Janela lateral serve.

A sombra é o que revela as bolhas da pele. Luz frontal chapada apaga a textura e o produto vira um bege sem graça.

Fundo liso

Um de dois: madeira escura ou o rosa da marca.

Fundo bagunçado compete com a textura, que é a única coisa que importa no quadro.

Close de verdade

O produto ocupa 70% do enquadramento. Tem que dar pra ver bolha, sal e brilho de gordura.

Essa é a foto que dá vontade. O plano aberto não dá.

Sempre uma foto com a mão quebrando

A mão dá escala, dá movimento e prova que é crocante.

O contexto do consumo

Copo de cerveja suando, limão, pimenta, mesa de bar. Um elemento só, não uma mesa cheia.

Uma foto boa da caixa fechada

Com os pacotes à vista.

É a foto que o dono de bar precisa ver. Ele quer saber o que chega no ponto dele, não como fica no prato.

O som é o maior ativo de vídeo que existe aqui

O torresmo faz barulho. Marca de gôndola não consegue vender barulho, e o algoritmo de vídeo premia quem prende os dois primeiros segundos. O som resolve os dois problemas de uma vez, e é de graça.

  • Celular a uns 20 cm do produto, sem música por cima nos primeiros 2 segundos. Só o estalo.
  • Grave em lugar silencioso. Cozinha com exaustor ligado estraga a única coisa que interessa.
  • Se for pôr música, ela entra depois do estalo, baixa.
  • Vertical 9:16, primeiro frame já com o produto na tela, sem abertura e sem vinheta.
  • Legenda escrita na tela sempre, porque metade assiste sem som. Mas é o som que faz a outra metade compartilhar.

O que nunca aparece na foto

  • Torresmo frio ou murcho
  • Papel toalha encharcado de gordura
  • Prato de plástico
  • Pia, lixo ou bancada suja no fundo
  • Flash direto, que achata e brilha errado
  • Embalagem amassada ou estufada
  • Print de tabela de preço com fonte aleatória
  • Logo grande em cima do produto, tapando a textura
  • Foto de banco de imagem

Comida se vende por confiança, e sujeira e genérico matam confiança mais rápido que qualquer outra coisa.

O personagem

20 likes e 5 comentários, no post da fantasia

O personagem é ativo comprovado e tem que virar recorrente. O risco é o oposto: virar palhaçada e queimar a autoridade dela com dono de bar. Quatro regras protegem.

1

O porquinho faz, não faz graça

Ele entrega, abre a caixa, chega no bar, aparece na feira. É a marca em movimento, não é esquete. Personagem que só palhaça vira meme e não vira fornecedor.

2

Fantasia não fala de preço

Conversa de atacado é a Agatha de camiseta da marca, sem fantasia. Ninguém fecha pedido com uma fantasia.

3

Dose de 1 em 4

No máximo um post por semana com o personagem. Se tudo é fantasia, ela vira criadora de conteúdo em vez de fornecedora.

4

Nunca às custas do cliente

O porquinho não zoa consumidor, dono de bar nem concorrente. Ela vende na cidade dela, para pessoas que se conhecem.

A divisão de papéis, que é o coração disso

Quem apareceFala comAssunto
O porquinhovarejo e ruaatenção, humor, crocância, presença na cidade
Agatha, camiseta da marcaatacadomargem, caixa fechada, entrega, reposição, parceria

Quatro formatos que se repetem toda semana

A entrega da porquinha

1x por semana, no dia de rota

O porquinho chegando com a caixa num ponto de venda, marcando o cliente no post.

É conteúdo, prova social e cortesia com o cliente no mesmo vídeo. E o dono de bar quer aparecer.

O barulho da semana

1x por semana, sem fantasia

Close, luz lateral, som do estalo, de 3 a 8 segundos.

É o formato mais barato de produzir e o mais forte que ela tem.

Quem tá vendendo

1x por semana

Foto do balcão do cliente com o produto exposto.

É a peça que faz outro dono de bar querer entrar. Prova social vende atacado.

Pergunta do balcão

1x por semana

Ela responde uma dúvida real: quanto vem na caixa, qual a validade, entrega em qual bairro, precisa de geladeira.

Cada dúvida respondida em público é uma objeção a menos na conversa privada de venda.

As quatro correções de 5 minutos

Fazer hoje. Custa zero.

1

Trocar a categoria do perfil

De "Digital creator" para alimentos ou atacado de alimentos.

A categoria diz ao algoritmo pra quem entregar. Hoje ela está pedindo audiência de criador.

2

Reescrever a bio

Dizendo pra quem é e qual o próximo passo:

🐷 Pelinhas e torresmo crocante em Juiz de Fora
Atacado pra bar, mercearia e revenda · varejo pra sua cerveja
Entrego em JF e região 📦 Chama no WhatsApp 👇

A bio atual diz o produto e o lugar, mas não diz pra quem nem o que fazer agora.

3

Parar o despejo

Um post por vez, legenda própria em cada um.

Oito posts iguais no mesmo dia o algoritmo lê como spam, e foi exatamente o que aconteceu em 1º de agosto.

4

Trocar as hashtags

Sai o bloco de empreendedorismo, entra comida e praça:

#torresmo #pelinha #juizdefora #jf #petisco #boteco #cerveja #aperitivo #atacadojf #mercearia

As antigas atraem vendedor, e é a explicação mais provável das 7.466 contas seguidas.

Correção silenciosa, em segundo plano: deixar de seguir umas 50 contas por dia das que vieram do empreendedorismo. É cosmético, não é prioridade, e não pode roubar tempo de produção.

Ritmo: 4 posts por semana, stories 3x

Um de cada formato. Gravar tudo numa sessão única de 2 horas por semana, não todo dia.

Ela é dona do negócio e vai entregar caixa a semana inteira. Produção espalhada não sobrevive.

Semana a semana

Semana 1

Arrumar a casa e gravar

As 4 correções. Primeira sessão de foto e vídeo, 2 horas: close com luz lateral, mão quebrando, caixa fechada, som do estalo.

Entrega: 4 posts, um de cada formato

Semana 2

Aparecer nos pontos de venda

Marcar os pontos de venda nos posts e pedir que eles repostem. Montar a mensagem-padrão de abertura de atacado no WhatsApp.

Entrega: 4 posts + primeira lista de 20 bares e mercearias pra abordar

Semana 3

Rua e kit de revenda

Personagem na rua ou na feira. Montar o kit revenda numa peça só: o que vem na caixa, margem, entrega e contato. Mandar por WhatsApp, não pelo feed.

Entrega: 4 posts + kit enviado pros 20 contatos

Semana 4

Medir e dobrar no que deu

Cortar o formato que não deu nada e dobrar no que deu. Impulsionar o melhor post do mês com geolocalização em JF, se houver verba.

Entrega: 4 posts + relatório de uma página

A meta de 30 dias, honesta

Ponto de partida medido: 2.362 seguidores, média de 3,0 likes, engajamento de 0,13%. O melhor post já fez 20 likes e 5 comentários sem nenhuma estrutura por trás.

Média de likes por post 3,010 a 12 É de 3x a 4x, e ela já provou 6,7x uma vez sem plano. Meta abaixo do que já aconteceu é meta que se bate.
Engajamento 0,13%0,5% a 0,8% Ainda longe do saudável, que é de 3% a 8%, mas é o passo real de 30 dias. Prometer 3% em um mês seria mentira.
Seguidores 2.362+150 a +250 Crescimento orgânico local sem verba. Quem promete mais de mil está vendendo curtida comprada.
Conversas de atacado abertas no WhatsApp não medido20 abordagens, 8 conversas É o número que paga o mês.
Pontos de venda novos a levantar3 novos É a meta de verdade. As outras quatro linhas só existem pra chegar nesta.

Seguidor não paga conta. As três primeiras linhas são termômetro. O que define se o mês deu certo são os 3 pontos de venda novos e as 8 conversas. Se o engajamento subir e não entrar ponto de venda nenhum, o plano falhou e a gente muda no dia 30.